Arte de escrever para guiar o seus potenciais clientes no processo de decisão. Esta é a definição de copywriting e o principal motivo para explorar as boas práticas que reunimos para o seu negócio: não o o fazer é desistir de aumentar as suas vendas online.

O ato de produzir textos persuasivos

Fazer copywriting inclui:

  • eBooks.
  • Artigos para blog.
  • Email marketing.
  • SMS marketing.
  • Desenvolvimento de websites.
  • Descrições de produtos para lojas online.
  • Publicações entre redes sociais.
  • Entre outros.
Objetivos do copywriting:
  • Convencer o público-alvo a comprar.
  • Vender uma ideia.
  • Oferecer conteúdos gratuitos.
  • Promover produtos.
  • Criar e fortalecer relações.
  • Apresentar novos serviços.
  • Trabalhar a confiança.
  • Informar.
  • Entre outros.
Boas práticas em copywriting

O copywriting deve combinar escrita criativa com escrita persuasiva.

  • Utilizar gatilhos mentais ou mecanismos cerebrais que acelerem o processo de decisão.
  • Levar sempre em consideração seis princípios psicológicos que, de acordo com Robert Cialdini, no livro As Armas da Persuasão, governam o comportamento humano:
  1. Reciprocidade: o ser humano tem tendência para responder uma ação positiva com outra ação positiva.
  2. Aprovação social: as pessoas, enquanto seres sociais, são influenciadas por outros.
  3. Afeição/Afinidade: as pessoas tendem a ligar-se com pessoas que sejam parecidas com elas.
  4. Autoridade: por respeito, o ser humano tende a “ouvir” quem reconhece como sendo uma autoridade.
  5. Compromisso e coerência: o compromisso faz com que a pessoa se sinta pressionada a comportar de forma coerente.
  6. Escassez: quando podemos perder algo, nomeadamente uma oportunidade de negócio, o nosso cérebro tende a reagir para evitar essa sensação.
Mais…
  • Defina personas. Só pode convencer o seu público-alvo se o conhecer.
  • Não seja só garganta. Comprove o que diz, por exemplo com testemunhos e portfólio. Fale sobre as características e não transforme as vantagens ou benefícios na torre de Babel.
  • Ofereça mais do que produtos e/ ou serviços. Acrescentar valor, ter uma causa e diferenciar-se são elementos obrigatórios para as marcas conquistarem e fidelizarem clientes.
  • Ser repetitivo é bom. A aprendizagem, corretamente ou não, na repetição uma das suas muletas. Não receie que ser repetido signifique ineficiência. É o contrário. Reforce a mensagem dando exemplos, recorrendo a comparações, desconstruindo o que diz, encontrando novas formas de se referir ao mesmo, recorrendo a autoridades do mercado em que atua. Isto não é o mesmo que partilhar sempre o mesmo conteúdo e acabar por fazer spam.
  • Assuma os erros. Lidar com críticas negativas e gerir reclamações são calcanhares de Aquiles das marcas. Quando errar, assuma e procure transformar o erro numa oportunidade para trabalhar a transparência e a afinidade.
  • Leia o que escreve e peça a opinião de terceiros. O olhar viciado é normal entre os escritores e deixa passar erros, complicações linguísticas ou detalhes. Opte sempre por linguagem clara, concisa e apelativa.
  • Antecipe-se. Pense em todas as questões que podem surgir sobre a marca, um produto ou um serviço. Faça copy a pensar nas respostas.
  • Encontre o tom e a voz certos e mantenha-se no registo.
  • Tenha todo o tempo do mundo para as comunidades da marca. O copywriting pode ser o que alimenta estas comunidades, não só mantendo-as vivas, como fazendo com que cresçam. Fazer conteúdo à pressa pode ser perigoso. Concentre-se no seu público.
E ainda…
  • Conte histórias. A arte de escrever é copywriting. A arte de contar histórias é storytelling. Conte histórias enquanto escreve e chame a atenção das pessoas. Pense sempre em títulos poderosos para iniciar uma boa história. Influencie o seu público sem lhe retirar a liberdade de retirar as suas próprias conclusões.
  • Pressione os botões emocionais.
  • Chame a atenção, crie interesse, desperte desejo e leve à ação, no que se chama de estrutura AIDA.
  • Diga, diga, diga. 
Más práticas em copywriting
  • Conteúdo desinteressante, copiado e temporal.
  • Não ter credibilidade.
  • Excesso de informação.
  • Linguagem excessivamente técnica ou corriqueira.
  • Partilhar conteúdo somente comercial.
  • Ignorar o que o público-alvo diz.
Curiosidades
  • Copywriting não é escrita publicitária.
  • O copywriting surgiu nos EUA, no século XX, com Claude Hopkins.
  • Copywriting não é copyright.
  • Objetivo-mestre: utilizar palavras para gerar emoções e concretizar vendas.

A sua empresa precisa de copywriting?

Vende produtos e/ou serviços?

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Fidelizar é um objetivo?

A concorrência é forte?

A sua empresa precisa de copywriting.

 

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